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23.04.2013

Novo Código Florestal e seus impactos

Sempre atento às questões que envolvem o desenvolvimento urbano e afetam diretamente a sociedade, o Sindicato da Indústria da Construção Civil de Joinville vem acompanhando, de perto, as discussões sobre o novo Código Florestal.

Por sua falta de clareza na definição de áreas urbanas e por conter exigências conflitantes, o Sinduscon considera temerário o reflexo que o novo Código poderá surtir nas cidades. Quanto aos eventuais prejuízos está a inviabilidade de ocupação de imóveis localizados em áreas urbanas consolidadas, impedindo o desenvolvimento e crescimento da cidade em locais que já foram descaracterizados, ambientalmente falando, e que serviriam para o adensamento natural da cidade.

Para a diretora de Meio Ambiente do Sinduscon, Ana Carolina Brüske, é preciso olhar estes aspectos com cuidado. “Tínhamos uma maior expectativa quanto às alterações do novo Código sobre as áreas urbanas consolidadas, onde está concentrada a maior parte de nossa atuação. Entendo que o Código Florestal não esclarece os usos urbanos, embora apresente a possibilidade de realizar um grande pacto na interpretação do que está contido nele”, explica.

“O caminho é o equilíbrio entre preservação e desenvolvimento. Simplesmente aplicar, a ferro e fogo, ao meio urbano, uma lei antiga e desenvolvida ao meio rural, muitas vezes torna-se impraticável e acaba não cumprindo sua função ambiental. É preciso que a lei seja mais clara e objetiva, que não dê margem para inúmeras interpretações e que não se esquive novamente das decisões que precisam ser tomadas”, continua a diretora da Meio Ambiente.

Por defender o crescimento da indústria da construção civil em sintonia com o meio ambiente, o Sinduscon afirma que a sustentabilidade é um futuro sem volta. “Temos que visar o longo prazo e encarar os investimentos como um ganho para toda a sociedade. As normativas tornaram-se mais restritivas, o grau de exigência dos padrões construtivos também aumentou, mas este é o processo. Foi assim que os países desenvolvidos chegaram aonde chegaram, e agora é a nossa vez”, conclui Ana Carolina. 

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